O conceito de família mudou, então o que significa ser pai hoje?

Muita coisa mudou no que entendemos por família nos últimos 20 anos e, com isso, novos desafios surgiram no que diz respeito a paternidade. Algumas exigências da rotina, da família, das crianças, hoje pesam mais que no passado. Além disso, alguns valores podem – e devem – ser mais discutidos abertamente. Com a ajuda de psicólogos e especialistas, identificamos algumas características do significado de ser pai hoje em dia. Vejamos:
Podemos começar comentando sobre como as dinâmicas familiares mudaram com a ampliação da participação da mulher no mercado de trabalho. Muitas tarefas familiares passaram a ser mais compartilhadas e isso trouxe uma maior proximidade dos pais com seus filhos. Por exemplo, algumas tarefas antes esperadas das mães são hoje facilmente (e alegremente) vistas sendo feitas pelos pais, como: levar e buscar as crianças na escola ou levar para passear e fazer atividades ao ar livre no final do dia ou aos finais de semana.
Hoje, “o pai é mais caloroso, mais apoiante, tem uma proximidade emocional com a criança, quer transmitir-lhe apreço e acompanhar o seu desenvolvimento de uma forma mais ativa”. Estas são as palavras de Vítor Rodrigues, psicólogo clínico, quando questionado sobre o atual papel do pai nas famílias modernas em entrevista para a Revista Pais & Filhos.

Então, pensando em maior vínculo e proximidade com a criança o pai moderno passa a exercer um papel muito mais relevante na formação do caráter e personalidade dos seus filhos. Seja no acompanhamento do desenvolvimento do bebê ou nas discussões acaloradas das diversas dúvidas da puberdade, o pai passa a ter um papel ainda mais importante no que se refere à disciplina, autoridade, segurança, proteção e respeito ao próximo. É de inteligência emocional e habilidades sócio afetivas que estamos falando também! Se antes a figura era autoritária, hoje a figura paterna é protetora e muito mais agregadora.
Segundo os especialistas que consultamos, a tendência é a de que os pais passem a exercer funções familiares (e profissionais) em pé de igualdade com as mães. E isso é muito bom para o desenvolvimento emocional das crianças, que terá mais de uma perspectiva e ponto de vista para avaliar seus conflitos, dúvidas e problemas. E, também, mais uma personalidade em quem se apoiar, tendo a oportunidade de crescer e se desenvolver com mais confiança. O único risco a que os especialistas nos alertam, no que tange a esse equilíbrio de funções, está no caso de ambos darem prioridade às carreiras profissionais, esquecendo-se dos filhos. Mas, avaliando as condições atuais em que as relações sociais estão cada vez mais próximas (mesmo que virtuais por enquanto), talvez isso não aconteça em um número significativos de casos, não é mesmo?
E para vocês? Quais outros desafios os pais enfrentam nos dias de hoje? Contem para nós, nos comentários aqui do Blog ou mesmo nas redes sociais do QueroAgora.net. Aproveitamos para desejar um feliz Dia dos Pais e lembra-los que ainda dá tempo de participar da nossa promoção! Acompanhe no Instagram e Facebook:
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